Óleo Essencial de Lavanda Francesa 10 ml By Samia

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O óleo essencial de Lavanda é um produto natural, 100% puro e sem conservantes.

Produto Vegano – livre de testes em animais e ingredientes de origem animal.

Não possui em sua composição: Parabenos, Sulfatos, Corantes, Silicone ou Essências artificiais.
 

Nota Aromática: Média.

Aroma: Floral e medicinal.

Indicação Terapêutica: Relaxante, ajuda a equilibrar o sono. Alivia a tensão e o cansaço mental. 

Uso Cosmético: Regenerador e calmante na pele (queimaduras do sol, dermatites, eczema, picadas de inseto).

Mistura-se bem com: louro, bergamota, camomila, citronela, sálvia esclaréia, gerânio, jasmim, limão, mandarina, noz-moscada, laranja, patchouli, pinho, tomilho e alecrim.
 

Embalagem
Vidro âmbar contendo 10 ml de óleo essencial com gotejador.

Tipo de Extração
O Óleo Essencial de Lavanda é extraído das flores da Lavandula angustifolia pelo processo de Destilação à vapor.

Sinônimos alfazemas.

História da Planta
A Lavanda é uma das plantas com maior tradição empregada na antiguidade. Os gregos, os romanos e árabes empregavam a variedade Lavandula stoechas como erva antisséptica e de perfumaria, daí seu nome em latim lavare, que significa lavar. Devido à aparência de suas folhas, faz-se menção a angustifólia.
Muito utilizada como erva aromática, foi espalhada em lugares públicos da antiga Europa a partir do século XII. No mesmo século, a Abadessa St. Hildegarda reconhecia suas várias propriedades terapêuticas. O famoso botânico inglês do século XVI, William Turner, recomendava a Lavanda para lavar a cabeça das pessoas com transtornos psiquiátricos. Em 1640, o médico inglês John Parkinson considerava a Lavanda como “muito boa para dores de cabeça e para o cérebro”. Em 1746 foi incluída pela primeira vez na farmacopéia londrina.
É um dos óleos essenciais mais conhecidos na aromaterapia e usados para fins curativos desde tempos imemoráveis. Durante séculos, sachês de lavanda foram colocados nas gavetas de roupas de cama para evitar mofo e afastar os insetos, suas propriedades inseticidas eram bastante evidentes. Também era apreciado por sua qualidade anti-séptica pelos romanos, que o usavam nos banhos e para limpar ferimentos, confirmando a correspondência com o verbo latino lavare. Acreditava-se que a lavanda poderia curar formas mais brandas de epilepsia.
A água de lavanda era popular no período elisabetano e na dinastia Stuart. Também era o perfume preferido da rainha Maria Henrietta, esposa do rei Charles I. A lavanda inglesa foi cultivada durante muito tempo ao redor de Mitchum, em Surrey, embora seja hoje amplamente cultivada em Norfolk. Suas maravilhosas propriedades dermatológicas foram descobertas quase acidentalmente pelo químico francês René Maurice Gattefossé, no inicio do século XX. Confere sabor exótico a alguns pratos franceses e marroquinos.
Supõe-se que a destilação comercial começou no inicio do século XVII. Acredita-se que, por ser regida por Mercúrio, isto pode relacionar-se com seu uso tradicional para o sistema nervoso. Um óleo nada romântico, atribui-se também a ele funcionar como anafrodisíaco. Borrifar lavanda na cabeça supostamente ajuda a manter a castidade. Diz-se que a lavanda é uma das ervas dedicadas a Hécate, a deusa dos bruxos e feiticeiras, e às suas duas filhas, Medeia e Circe.

Aspectos Botânicos
Trata-se de uma planta arbustiva aromática e perene, pertencente à família das Labiadas, caracterizada por apresentar uma altura de 50-80cm, com folhas opostas, lanceoladas e oblongo-lineares inteiras, de 2-5cm de longitude, flores bilabiadas cor azul grisalho a violácea, reunidas em espigas com pedúnculos que podem alcançar entre 10 a 20cm, aparecendo em meados do verão a princípios de outono.
A lavanda é originária da zona mediterrânea européia, Oriente e Índia, sendo posteriormente introduzida em quase todos os continentes. Cresce silvestre, em solos pobres, argilosos, bem drenados e em zonas submontanhosas. É muito empregada em jardins como planta ornamental e é bastante cultivada, especialmente no norte de Europa, Provença, Inglaterra, Grécia, Norte da África e Estados Unidos. A melhor lavanda cresce em altitudes acima de 1.000 metros, ao sol, em solo arenoso bem drenado ou gredoso. O óleo essencial é na verdade produzido e armazenado nas folhas. As glândulas de óleo estão incrustadas no meio da fina penugem que recobre a planta. Os botões da flor são colhidos para processamento quando em plena floração. Existem cerca de vinte variedades diferentes de lavanda cultivada.

Principais Compostos
Deve conter no mínimo de 35% e no máximo 62% de ésteres calculados como acetato de linalila – sua composição é a seguinte: – Monoterpenos (5%): alfa-pineno, beta-pineno, limoneno, alo-ocimeno, etc. – Sesquiterpenos (3%): beta-cariofileno, beta-farneseno. – Álcoois monoterpênicos (40-45%): linalol (principal), terpeniol, geraniol, lavandulol, borneol, etc. – outros sesquiterpenonas (2%), aldeídos terpênicos e não terpênicos (2%), butanólidos (0,1%), cumarinas (0,25%), acetato de linalila (30-48%), etc.

 

Os óleos essenciais são substâncias naturais extraídas de plantas de diversas partes do mundo. Estas substâncias podem ser encontradas nas flores, nas folhas, nos caules, nas hastes, nas cascas ou nas raízes. Desta forma, podem existir variações em seus aromas e compostos.

 

Modo de Uso dos Óleos Essenciais:
Aromatizador (aproximadamente 15 gotas).
Banho (20 gotas após encher a banheira dissolvidas em uma colher de sopa de óleo vegetal).
Compressa (5 a 10 gotas em 1/2 litro de água).
Inalação (2 gotas em um lenço ou inalador com soro fisiológico ou água).
Massagem (1 a 3 gotas por colher de sopa de óleo vegetal).
Óleo para rosto (1 gota em 1 colher de sopa de carreador).
Cabelos (1 a 3 gotas por colher de sopa de óleo vegetal ou shampoo).
Uso tópico (5 gotas por colher de sopa de óleo vegetal).

Os óleos essenciais são substâncias concentradas e devem ser usados sempre diluídos.
Devem ser utilizados sob a orientação de um profissional qualificado.

A By Samia não se responsabiliza pelo uso indevido dos produtos aqui vendidos.

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